《Twitter | cellyu》Bônus - Rafa {parte 02}
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Tudo aconteceu em questões de segundos. Milhares de gritos de fãs eram ouvidos ao fundo e palavras como "Otp" e "Cellyu" foram as únicas que consegui distinguir. Um vulto saiu por trás da cortina e os gritos só aumentaram. Olhei-a. Tão fofa, tão pequena, tão linda! Minha linda!
Ela se aproximou de mim num ritmo lento e eu peguei sua mão, a puxando para um beijo. Podia sentir cada olhar lançado pelas pessoas ali. Olhares de orgulho, de amor, de romance, de inveja. Cada olhar me queimava como o fogo, mas ao mesmo tempo eu não sentia nada além do beijo. Minhas mãos em sua cintura e suas mãos puxando o meu cabelo. Nossos lábios dançavam juntos ao ritmo de nossos corações. Aplausos, gritos, euforia.
Saímos do evento ao anoitecer. Partimos todos em direção à um pizzaria em que costumávamos comer sempre que nos reuníamos. Minha mão segurava a da Flávia enquanto caminhávamos. À mesa, todos conversávamos animadamente.
-Tem certeza que é só um bebê? - perguntou Flávia para a Gabs.
-Tá me chamando de gorda? Olha que eu tô grávida mas dou na tua cara ein!
-Tá gorda mesmo, imensa! - Flávia riu e deu lingua, enquanto Gabs lhe mandava um dedo do meio.
***
Pouco mais de um ano havia se passado desde que assumimos. Me joguei ao sofá e peguei meu celular, abrindo no twitter. Dei uma olhada nas notificações e respondi algumas pessoas. Muita gente perguntava sobre a mudança, mas eu estava cansado demais para passar muito tempo respondendo.
Apesar de não estarmos casados, Flávia e eu estavámos morando juntos, no meu apartamento. E hoje, finalmente,nos mudamos para um apartamento apenas nosso. As últimas caixas já estavam em seu devidos lugares, só faltava desempacotar e arrumar. A casa estava uma bagunça, mas fizemos questão de organizar um pouco o quarto para podermos dormir.
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-Está cansado, né? - a voz dela soou por meu ouvidos e o sofá pesou, afirmando que ela havia se sentado no mesmo.
-Uhum... - murmurei, a olhando.
-Eu tô morta! - ela apoiou a cabeça em meu ombro. - O pessoal quer sair mas eu disse que não dava.
-Se quiser, podemos ir.
-Sério? - os seus olhos brilharam - Ah, mas tu tá cansado, não seria justo.
-Sério, nós podemos ir - ela sorriu - Aonde eles vão? -Ela deu de ombros e eu ri - Tu não sabe né?
-Não...
Beijei sua bochecha, me levantando. Avisei que iria tomar um banho e ela assentiu. Fui para o banheiro e me despi, ligando o chuveiro. Juntando o dinheiro do meu trabalho e do da Flávia, conseguimos comprar um apartamento juntos. Não era grande coisa, mas era o nosso cantinho. E, apesar de não sermos casados, tínhamos até uma aliança de compromisso.
Me despi e entrei no chuveiro, jogando a água gelada por cima de mim. O peso em minhas costas foi saindo lentamente enquanto eu sentia a água deslisar sobre o meu corpo. O barulho das gotas me relaxava como o barulho das gotas de chuva. Ouvi passos do lado de fora e em seguida o barulho da maçaneta. Vi a silhueta de Flávia se despindo e a porta do box se abriu um pouco depois e cabelos ruivos entraram no chuveiro.
-Oi. - sorriu de lado para mim.
-Oi. - Sorri de volta e a puxei para dentro do box.
Beijei-a e ela correspondeu. Pedi passagem com a língua, encaminhando uma das minhas mãos até seu peito e posicionando a outra um pouco abaixo de sua cintura. Suas mãos se fixaram na parte de trás de meu cabelo, puxando-o. Suas pernas se dobraram em volta da minha cintura e eu a encostei na parede. Parei o beijo e trilhei outros até seu pescoço, mordendo levemente ao chegar lá. Deixei um chupão na mesma, apreciando a carne marcada em seguida. Desci minha boca até seu peito, beijando e chupando o mesmo. Ela gemeu baixo, mordendo uma de minhas orelhas de leve. Troquei os peitos, chupando o outro. Ela arqueou as costas, tombando a cabeça para trás. Desenrolei sua perna do meu tronco e a pus de pé no chão. Desci beijos do seu peito até sua intimidade, abocanhando a mesma. Lambendo cada pedaço da frágil pele entre suas pernas.
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-Rafa... - ela disse baixo enquanto segurava minha cabeça com uma das mãos e apertava um de seus seios com a outra.
Continuei a lamber e chupar sua intimidade enquanto ela se contorcia e gemia cada vez mais alto. Parei quando percebi que havia chegado em seu ponto e que ela estava quase gozando. Me olhou com uma cara feia, querendo que eu tivesse continuado. Sorri de lado, me levantando e disparando beijos e chupões pelo seu pescoço novamente. Penetrei lentamente sua intimidade com meu membro, ainda focando em seu pescoço. Ela voltou a envolver as pernas em meu tronco e localizou suas mãos em minhas costas.
-Você é tão apertada, Flávia! - sussurrei em seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha.
Aumentei as estocadas aos poucos, a beijando. Minha língua explorava cada canto da sua boca, como se fosse uma floresta desconhecida e saborosa. Suas mãos arranhavam minhas costas enquanto eu aumentava os movimentos. Finalmente estocadas rápidas foram feitas, fazendo um barulho maior do que deveria por conta da água. Ela gemia por entre o beijo, e eu a beijava mais para abafar o som. Ela soltou um gritinho e eu senti o líquido vir por cima do meu membro. Parei o beijo e as estocadas, a olhando. Ela se soltou de mim, virando de costas. Suas mãos se localizaram na parede e seu rosto estava de lado, prensado também na parede. Penetrei-a por trás ainda em sua intimidade da frente. Levei uma de minhas mãos em volta de seu corpo, parando em sua intimidade e masturbando-a. A minha outra mão foi parar em sua cintura, segurando-a para não escorregarmos. Comecei movimentos de vai-e-vem devagar, aumentando o ritmo em seguida. Ela gemia alto, e não nos preocupávamos mais com os vizinhos. Aumentei as estocadas ao mais rápido que pude, ouvindo meu nome sair de sua boca em um volume cada vez mais alto. Mordi seu ombro, beijando seu pescoço em seguida.
-Raf... - ela gritou mais uma vez, se contorcendo em meu membro. - Eu vou g...ozar.
Gozamos juntos. Tirei meu membro de dentro dela, virando-a para mim e beijando a mesma. Paramos o beijo e ela abaixou-se em meu membro e o colocou em sua boca. Pus minha mão em sua cabeça, levando-a mais perto do meu membro. Ela sugava ele, enquanto lambia também e se masturbava. Até que ambos gozamos novamente.
-Melhor tomarmos banho... - ela disse baixo, sorrindo de lado. - O pessoal deve ter enviado mensagem.
Tomamos o banho e saímos enrolados na toalha para não pingar pela casa inteira. Nos arrumamos, e saímos em direção ao shopping, aonde encontraríamos o pessoal.
-Cuidado para não ser a próxima a focar grávida, ein! - Gabs disse baixo para a Flávia.
-O-o quê? - Flávia perguntou, corada, e Gabs apertou sua bocheca.
-Sabe do que eu tô falando! -a Gabs riu, andando mais a frente e alcançando Maethe, que ia mais rápido para chegar até uma pet shop que havia lá.
-Gabriela, volta aqui! - Sasa foi atrás dela.
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- In Serial13 Chapters
Ascension & Damnation
Every year on her birthday, Mirus tries to rescue his mother's soul from the underworld. Every year for a decade, he has failed. As the dark magic he practices threatens his position as the king's court mage, the highest honor an elf may obtain in a land of humans, he stands on the cusp of losing everything. Once his assistant, Syma, uncovers his dark secret, they work together to pierce the veil that separates their world from the underworld. They encounter mad professors, wicked monsters, and challenges that put their very souls at stake. With his goal in sight, the salvation of his mother's soul, he's forced with a sacrifice that makes him consider the price. [Series Complete] (Cover by Vlad Bagacian and used per the conditions from Pexel.com)
8 139 - In Serial37 Chapters
The Tooth and Claw Guild - A Shifter LitRPG Story
150 years in the future. Refugees outside one of the last viable cities on Earth. One by one, they are funnelled into a refugee camp outside the city walls, for what looks like a life sentence of hard labor. But when Ricky arrives, he learns that they are offered a lifeline – overnight, they can enter the Dark Framework, a fantasy adventure game, and where the bravest and most cunning have a chance to find a key to the city. If they succeed, they can become a citizen of New Baravia at last. As Ricky starts out on his quest, he quickly finds that he lacks the strength to overcome both the game’s monsters and obstacles. But when a guild of mysterious shapeshifters offer to take him in, he has a chance to work with others at last. If he joins with them, perhaps could they find the key to the city together – but at a cost of the principles that Ricky holds closest to his heart. In this dark fantasy story, which moves between a brutal post-apocalyptic real world and a virtual game world, the only way for Ricky to succeed in his quest may be to let go of his humanity...
8 110 - In Serial40 Chapters
Vigilantes Make Us Safe: Rebel Rebel
When the world was on the brink in the 1940s a group of men and women with uncommon ability pulled the world from the brink. They inspired generations to come and led to a golden age of vigilantes protecting the world. Times change. By the early 2000s almost nowhere was willing to tolerate unregulated men and women dispensing their own form of justice. The dawn of the internet made operating in the shadows virtually impossible. Everyone thought the days of vigilantes were done but presidential candidate Richard Hughes, riding a wave of populism, has promised to bring these men and women into the light and empower them to keep us all safe. The passing of the Vigilantes Making Us Safe Act changes everything. All teenagers feel like they don’t fit in at times. Ryaan Asfour knows the feeling well. As part of an immigrant family in a country turning against immigrants, there’s a lot of people who don’t think he belongs. The election of Richard Hughes and the passage of the Vigilantes Making Us Safe Act hasn’t helped matters. Suddenly anyone who wants to discriminate can just say they’re keeping people safe and do whatever they want. Sudden popularity at school after hitting a game winning shot makes it even more apparent how much he doesn’t fit in with the rest of his world. A clash with a pair of vigilantes on his way home from school puts things in perspective. What can Ryaan do to protect his family and his neighborhood? Vigilantes Making Us Safe will follow a variety of lead characters including Serenity, Toxic, Hitbox, the Rebel and more. I'll keep the cover image and title updated to reflect the current protagonist but I encourage you to check them all out.
8 235 - In Serial24 Chapters
Activation
Will was a normal guy in his mid twenties, living in small town America. He was relatively aimless. Then he got struck by lightning. Waking up reminded him why falling asleep in strange places had stopped being a pleasant adventure for the next day, years before. Then, the crazy started. Life would never be the same, but he wasn't aimless anymore. Plus, you know, super powers are cool. Warning: There will be swearing and casual conversation about subjects that might have some people clutching their pearls. There will be dirty jokes. There will not be graphic depictions of sexual activity, or harem shenanigans, as I'm making my mother read this. That would be very uncomfortable.
8 140 - In Serial3 Chapters
Sexting 5sos
Group chats* Boyxboy- Including- CAKE, LASHTON,CASHTON,Mashton,and muke
8 199 - In Serial29 Chapters
Save Me Kuro (Kuro X Reader)
SERVAMP FANFIC----------(Y/n)...She takes risks to prevent the likelihood of being thrown back on the unwelcoming, grimy streets with her younger sister, Nanami.Some of the time, her life can be on the line.Although, caring for her life is the least of her priorities.Her main one is Nanami.The only string that is her prevention.However, there's a question that withstands:What happens when (Y/n)'s sister brings home a black cat that turns out to be a Vampire...To be more specific. A Servamp!...I don't own the picturesRepresentation of depression, anxiety, etc. is NOT accurate and is very washed.
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