《Blue Stars ★ |R.L|》Capítulo 25 ★
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Oi Rafa, desculpa
pela demora. Fica
tranquilo, eu entendi.
Pode ter o tempo
que quiser. Beijos :)
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Oi Thiago. Sim, é
claro que perdôo você,
sei que se tivesse
consciente o bastante,
não teria feito aquilo.
Eu tô bem.
Fica tranquilo.
Beijos.
Obrigada Mah ♥
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Valeu Gabs ♥
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As mensagens foram curtas, já que Ária estava se debulhando em lágrimas do meu lado, se xingando e xingando seu ex-namorado. Agora devo dar total atenção á minha amiga.
Depois da aula eu fui pra casa dela, fomos á sorveteria, e agora estamos novamente no quarto dela, assistindo o terceiro filme de sua playlist depressiva. O filme é "Se eu ficar", e cada frase que a personagem diz, é motivo para mais uma lágrima. Nem preciso dizer o escândalo que ela fez no final de "A Culpa é das Estrelas". Melhor guardar pra mim.
- Sa-Sarah...- ela solta baixinho, em meio á soluços.
- Oi Ari. - respondo meio cansada.
- Você... Go-gosta de alguém? - ela parece interessada demais, e essa pergunta repentina, em meio ao filme, me fez ficar sem resposta pronta.
- Como assim, gostar? Oque seria gostar?
- Gostar ué?! Amar, achar bonitinho... Gostar! - ela passa passa a mão em sua bochecha, secando uma lágrima escorrida.
Olho para o teto e penso. Acho que não gosto de ninguém.
- Não. Não gosto de ninguém.... Eu acho.
Nesse mesmo instante, me lembro do abraço e das carícias de Rafael, e principalmente, do nosso beijo no estacionamento.
- Mas... E o Rafael?
- Ele? - rio sarcasticamente. - Ele me quer só como amiga.
- Mas isso não te impede de gostar dele.
- Tá, mas eu não gosto.
Cruzo os braços, contrariada pela minha própria mente.
- Não gosta, ou não quer gostar?
Ária nunca me fez uma pergunta tão difícil. E que a resposta estivesse tão obvia.
- Eu...não...gosto dele. - cada letra de cada uma dessas palavras foi difícil de sair de minha garganta. Foi como se uma força inigualável tivesse sido feita pra não dizer o quanto o amo.
- Tudo bem então. Queria saber. Já que você sempre ta tão preocupada comigo e você nunca me diz nada.
- Hmm...
Um vibra do meu celular no meu colo.
Direto na tela, aparece o nome de Rafael.
Queria ver você hoje.
Amanhã volto pra Carazinho,
e não sei quando venho de novo.
- Carazinho? - murmuro bem baixo, confusa.
-Oi? - Ária parece ter ouvido.
- Não, eu quis dizer... caralinho! - tento soar o mais indiferente possível. - Minha mãe me mandou uma mensagem, e quer que eu vá pra casa.
- Ora, mas ela não ia ficar fora o dia todo?
- Pois é, mas parece que o expediente acabou mais cedo, e ela precisa de mim.
- Tudo bem.
- Beijos. - lasco uma bitoca em sua testa, puxo minha mochila, e cruzo toda sua casa.
[...]
Rafael me disse para encontrá-lo num café, bem, cá estou eu, com o celular em mãos, aparentemente mais nervosa que o normal. O batuque de minhas unhas na tela do aparelho, parece incomodar o casal da mesa ao lado. Seguro minha mão direita abaixo da esquerda. Olho as horas no bloqueio da tela do celular. Os minutos parecem congelados.
Não sei porque estou tão nervosa para encontrá-lo, se eu sou só sua amiga.
Esse pensamento se torna meio infantil, mas preciso manter em foco, que não vai rolar nada em longo prazo. Isso me faz suspirar, e segurar parte do folego que se liberava, quando vejo um moletom preto abrindo a porta de vidro, e fazendo o tintilar do sino acima dela, emitir um choque mental.
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Ele estava com o capuz levantado, aparentemente tentando evitar ser reconhecido.
Um sorriso é atirado contra mim, me fazendo ficar mais idiota que uma garota de doze anos que nega á si própria, que gosta do garoto mais popular do colégio.
- Oi. - sua voz grave eclode em meu ouvido, assim que se curva para me dar um beijo na bochecha.
- Oie. - algo o mais sensato possível a sair de minha boca.
- Pediu algo? - ele pergunta baixando o capuz, dando melhor visualização de... um cabelo desgranhado. Talvez ele não estivesse fugindo de fãs, e sim, tentando não atrapalhar o trânsito.
- Não, ainda nã... ainda não. - digo vidrada no ninho em sua cabeça.
- Não repara na bagunça. - ele ri e pega o cardápio. - Quero um café. E você?
- Leite com chocolate.
-Tudo bem.
Ele prende sua atenção pelo salão e parece caçar algum garçom vago, ou, menos ocupado.
De repente, ele levanta um de seus braços.
- Ôh cumpádi ! - ele exclama, e faz sinaL para o garçom vir.
- Cumpádi !? - pergunto e rio.
- É ué.
Um homem aparece com um bloco de notas e pergunta oque desejamos, Cada um de nós respondemos, e em segundos, ele já não está mais lá.
- Tem outro jeito de chamar garçom aqui em São Paulo ?!
- Não. - respondo como se fosse óbvio. - Mas nós não temos a palavra "cumpádi" no vocabulário de chamar garçons.
- Báh...
Após ele ter soltado uma marca de seu sotaque, começo a olhá-lo maravilhada.
- Que foi?
- Você nunca tinha falado com sotaque. - respondo com um sorriso bobo.
Ele ri de canto.
- Eu perdi o sotaque, de tanto ficar em São Paulo. Mas, ás vezes acontece...
- Saquei.
- Olha o sotaque paulistano.
Dou a língua, e ele ri.
O café chega, e o leite o acompanha. O garçom sorri simpático e sai de perto.
Ele suga um pouco de seu pelante café, fazendo bolhas passarem por seus lábios roxeados. Aqui na capital, não tem um tempo tão fervente, mas ultimamente, tem feito muito frio. Os lábios dele são como termômetros. Quando está calor, eles parecem ficar rosados como minha bochecha, assim que ele me surpreende com alguma fala inesperada. E quando está frio, fica roxeado, assim como ficaram os meus após nosso beijo.
É estranho vê-lo apenas como um Rafael, um youtuber famoso, que me beijou, e disse que se sentia melhor comigo. É estranho não podê-lo beijar mais vezes, e mostrar o quanto o amo. Mas o amor, é o sentimento que devo evitar...
- Então quer dizer que o senhor mora em Carazinho? - o olho brincalhona, e tomo mais um gole de leite.
- Moro. - ele responde, com um vinco em sua testa. - Por que?
- Nasci lá.
- Sério?!
- Sim. Mas vim pra São Paulo, para melhor condição de emprego pros meus pais.
- Muitas pessoas fazem isso. Embora, lá não seja um faroeste.
- Mas não é tão conhecida.
- Mas por que São Paulo? Poderiam ter ido para Porto Alegre. É mais perto.
- Sim, mas depois teve muitos rolos, e meus pais se separaram, e talvez por isso eles não quiseram ir pra Porto Alegre.
- Oque houve? - seu tom de voz é de preocupação.
- Meu pai tinha uma amante, Julia, que mora lá. Ele quis manter distância dela, mas minha mãe descobriu, e ele foi morar com ela.
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- Sério?
- Sim!
- E... você têm muito contato com ele?
- Ás vezes, quer dizer, todas as férias eu tenho que passar com ele. Eu e meu irmão, João Rafael.
- Ela é legal?
- Pra ser bem sincera, "madrasta", se encaixa perfeitamente nela. Só o João a chama de "boadrasta", e eu quero enfiar a cabeça dele num refratário de maionese, quando diz isso.
- Putz... - ele ri. - Que mal.
- Pois é.
- As férias estão chegando. - ele anuncia meio chateado por mim.
- Nem me lembre.
- Você... podia passar lá em casa! Ou eu alugava um quarto de hotel aqui e nós ficávamos juntos. Jogando videogame. - ele propõe animado, como uma criança que foi chamada para ir ao parque.
- Eu adoraria, ainda mais pela parte do videogame, mas meu pai não pode nem sonhar que eu dormi com um garoto.
- Mas você ia dormir na cama do lado, ué.
- Você me entendeu.
- Não vejo problema nisso, já que somos amigos! - um sorriso bondoso e inocente se põe em seu rosto.
Meu estômago revira, e uma raiva perfura meu semblante apaixonado. Além de minha mente lembrar repetitivamente que ele não quer nada comigo, ele mesmo destaca isso, com marca texto verde limão, neón e purpurinado.
- É, amigos. - sorrio indiferente.
De repente seu celular vibra, ele desvia sua atenção de meus olhos, para o aparelho em suas mãos.
- Olha, o Wi-fi daqui é sem senha.
- É... - continuo ainda meio abalada por dentro.
Ele desbloqueia o aparelho, e solta algo que seria uma risada, mas se assemelha muito á um grito.
- OLHA ISSO, CARA! - sua risada estridente chama a atenção do casal mal humorado que está ao nosso lado.
Olho o imagem, e Felps está em cima de Rafael, algo meio erótico. Não me contenho, e solto uma risada de canto de boca.
-Que isso, mano?
- É do vídeo de fanfic que eu fiz. - ele responde rolando seu feed do Instagram e recuperando o fôlego. - Cara, deve ser muito legal escrever uma fanfic né?
- Por que?
- Ah, você escreve uma história que você gostaria de viver com seu ídolo cara. Muito bom. - ele para de passar seu polegar na tela e me encara. - Você já leu fanfics?
- Já... - encaro o leite com chocolate, me envergonhando de ler certas histórias, um tanto quanto pesadas.
- Sério?! - ele parece surpreendido, e ao mesmo tempo malicioso.
- Ah cara, acho que toda garota já leu alguma fanfic.
- De quem você leu?
- Nash Grier.
- Nei, quem? - ele se enrola, e rio.
- Na-sh, Gri-er.
- Quem é essa fulaninho?
- Integrante do Magcon Boys...
- Mag, quem? - solto uma gargalhada.
- Mag-con, Boys. - respondo em meio á risos.
- Nunca ouvi falar. - ele dá outro gole em seu café.
- Vai me falar que nunca ouviu falar em Shawn Mendes, Cameron Dallas e Matthew Espinosa? - questiono perplexa.
- Esse Matheus eu conheço. Falaram que minha risada parece a dele.
- Parece mesmo...
- Quem ele acha que é? O único que pode rir igual um guaxinim tendo convulsão, sou eu. - ele solta uma risada, quebrando a falsa pose séria.
Não me controlo, e minha risada sai extremamente estranha e ridícula.
- Ah! Já ia me esquecendo... já se inscreveu no meu canal?
- Não. Por que deveria?
- Ué, simples. Pra matar as saudades quando eu estiver longe.
- E quem disse que sinto saudades de você? - rio e ela faz careta. - Brincadeira.
Ligo o celular, procura por "Cellbits", e logo acho videos com títulos estranhos, e miniaturas bem coloridas.
- Esquisito até na internet...
- Querida, é no YouTube que eu sou mais estranho!
- A gente percebe.- sorrio, e ele ri.
[...]
Conversamos muito, e cheguei até a curtir uma página de Langers, de tanto Rafael dizer que as montagens eram engraçadas. Outros inúmeros assuntos foram surgindo e passar esse tempo com Rafael, foi encantador.
- Acho que é hora de ir. - ele afirma olhando a tela de seu celular.
- Também acho. - estreito os olhos, e vejo o relógio marcando 18:30.
- Não posso perder o avião. - ele saca a carteira, e pego algumas cédulas na bolsa.
-Nem pensar, eu convidei, eu pago.
- Ok, senhor cavalheiro. - sorrio, e ele retribui, indo até o caixa.
Rolo meu feed do Facebook, enquanto o garoto enfrente uma fila quase de dar voltas nas mesas.
Sorrio boba e para mim mesma, por estar tão... fascinada por ele. Eu não posso admitir que gosto dele, pelo menos, agora.
Seu celular vibra na mesa, e é quando percebo que ele o deixou aqui.
A tela acende, e uma mensagem aparece.
- Oi? - murmuro baixo, incrédula.
Um calafrio invade minha espinha, engulo seco e seguro algumas lágrimas. Não pode ser.
Pode sim.
Está claro.
Ele tem uma namorada.
E é por isso que me prefere como amiga.
Então por que me beijou?
Por que disse coisas?
Para me iludir?
Não mais.
Minhas pernas estão bambas, mas mesmo assim consigo levantar. Parece ter um nó na minha garganta, que tenta impedir que as lágrimas escorram. O movimento frenético e rápido das pessoas no café, se parecem mais com rabiscos em minha mente. Acabou.
- Sarah. Aonde você vai? - vejo uma manga preta costurada, me agarrar pelo ombro.
Evito olhar em seus olhos.
- Eu vou embora. - responde seca.
- Ora, eu vou com você. Te levo em casa e depois volto pro hotel. - ele diz decidido, pegando seu celular e guardando sua carteira.
- Não precisa. Seu hotel é perto daqui, minha casa é mais longe. - olho para ele, com as lágrimas prontas para cair. Coloco uma mecha atrás da orelha e comprimo os lábios. - Por favor me deixa ir sozinha.
- Mas já tá escuro. É perigoso.
- Não tem problema.
- Mas Sarah.. - ele infiltra seus olhos em mim, implorando.
- Por... favor. - minhas bochechas ruborizam, tentando conter oque acontece dentro de mim.
- Tudo bem. - ele solta meu ombro e abaixa sua cabeça
Ando rapidamente até a porta de vidro e a abro, suspirando e tentando conter as lágrimas, que já se esvaíram em alguns pinguinhos.
Corro até um ponto de ônibus qualquer, só para me cansar, e tentar achar algo para distrair, ao invés de lembrar das mágoas.
Me sento sozinha no banco do ponto, e as lágrimas molham meu rosto, meu pescoço e descarrilham e meu jeans.
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Aff posso nem tirar férias, cara!
SUAS CHATAS! -.-'
BRINCADEIRINHA
HSUAHSUHSUHAUHSUHSUHASUHSUASUSHUSHUSH
AMO VOCEÊS
eu tava com
1ª crise de criatividade
2ª coisas pra fazer
3ª mta mta mta preguiça
Mas o capítulo de hj eh grande
2140 palavras.
NOÇ NOÇ NOÇ
Uffa, finalmente postei. Já me sentia culpada de não postar.
Espero que gostem e não me xinguem k
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- In Serial101 Chapters
Not Everyone's Lv Zero
In a world where monsters are dead, Almost Everyone's lv zero. The world is at peace, but for how long. Mannat, born to a blacksmith, wants to follow in his father's footsteps. He's determined. He's focused. He's stubborn.There's just one problem: he was born with 'Focus' and 'Analyze', skills that favor his mental attributes. He found living in the village a tough task. Boys his age called him a freak while the adults whispered behind his back. His parents loved him unconditionally, but he knew they feared for his wellbeing.Manant was a diamond in the rough and it takes a certain eye to find a diamond. Especially, in the dark. Fortunately, a Witch lived on the outskirts of his village. Unfortunately, she wasn't known for being friendly. She will help him shine, but only for a price, he can't pay.
8 167 - In Serial37 Chapters
The Greensdale Project
Bone-breaking training, blood-curdling workouts, and no time for the ladies. This was the hell Chase endured for the last few years after his little brother Andre died tragically. Training, that was his life to compensate for his averageness. But when reality hits him like a truck he finally understands that no matter what he will not be powerful enough to equate to the Heroes that guard us. Taking the first step in applying to the Greensdale Project in Arizona to become a Super, but as he learns that superpowers don't make the Super he has to use his wit, strength, and will to push through outside forces and inside ones to enter and graduate from the Greensdale Academy for Supers in Arizona. If he survives that is.
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Through the Vortex
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By the time most people have heard of the newest multiplayer fantasy role-playing game Kings and Conquests, developer Fairly Unusual Games has been overwhelmed by a $200 million crowdfunding haul. Founders Accounts are going to six-figure contributors. There is talk of an augmented reality mobile accessory app and 3D printable treasures that can be sold for real money. The hype is beyond belief. Gaming fans go berzerk. With contributors and the media eagerly anticipating a release date announcement, Fairly Unusual's stock suddenly and inexplicably plunges. CEO Garrett Wyland, once a darling of both Silicon Valley and Wall Street, is indicted by a federal Grand Jury for insider trading the day before his company files for Chapter 11 bankruptcy. Less than 48 hours later, Wyland is shot and killed by officers of the Mississippi Highway Patrol attempting to execute a fugitive warrant. A briefcase full of cash, a fake ID and an airline ticket are found in his car. Weeks pass. With accusations flying, lawsuits being filed nationwide and revelation after revelation rocking the online and offline media, a fourth-rate host of a little-known game streaming channel receives an e-mailed gift marked 'Kings and Conquests News' from one of his subscribers. Thinking it's some kind of prank, Jordan Hall opens it and discovers a Founder's account login to a fully functional Kings and Conquests server, a 100-year pre-paid subscription and map coordinates marking a dangerously isolated in-game location labeled 'Safekeep.' The e-mail is from Garrett Wyland.
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Pottorff's Sister // DISCONTINUED
Sage's brother Sam is way too protective of her. She wants to be her, and not have to follow rules. What happens when she starts hanging out with the bad boy Kian?
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brian's note book
where i write poems and the more you scroll down the older they get, so in turn the lower you look the worse they get, this started durring the summer of 2016, beware its edgy asf
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