《forever yours ♕!lange¡》forever
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Ouvi a campainha tocar e fui correndo atender.
- Rafinha! - Gritei pulando em cima dele.
- Clarinha! - Ele disse me rodando pela cintura.
Rimos, eu fechei a porta atrás de mim, peguei em sua mão e caminhamos pelo mundo a fora.
- Onde vamos? - Perguntei.
- Onde você quiser.- Ele disse sorrindo.
Soltei de sua mão e sai correndo. Ele veio atrás de mim até chegarmos em um parquinho, onde freqüentávamos quando menores.
- O nosso parquinho? - Ele disse mais afirmando do que perguntando.
- Sim. O nosso parquinho.- Disse sentando em um dos balanços, ele se sentou no outro.
Ficamos lá, balançando, pra frente e pra trás.
- Eu tenho medo.- Falei fitando o horizonte.
- Do que? - Ele disse me olhando.
- Do futuro.- Respondi ainda olhando o horizonte.
- Eu também tenho medo. Todos temos, medo do desconhecido.- Ele disse voltando a olhar pra frente.
- Eu não tenho medo do desconhecido.- Disse dando de ombros.- Tenho medo do que ele pode me proporcionar. De quem ele pode pôr em minha vida... E de quem ele pode tirar.- Disse olhando baixo.
- A gente pode lutar contra o destino.- Ele disse calmo.- Lutando, ele nunca poderá nos separar.
- Promete? - Disse com a voz embargada.- Promete que nunca vai me deixar?
- Prometo.- Ele disse parando seu balanço e estendendo o dedinho, para fazermos nossa promessa.
- Pra sempre.- Disse juntando nossos dedinhos.
Eu e Rafael estávamos nos divertindo tanto. Mas como sempre, alguém tinha que atrapalhar.
- É o Guilherme.- Disse apontando para o celular que tocara pela 2 vez.
- Atende.- Ele disse receoso. Rafael sabia o quão ciumento Guilherme era, e as vezes se culpava pela nossas brigas.
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- Alô? - Disse com a voz travada, já sabia que a briga iria começar.
- Oi. Onde você está? - Ele disse rapidamente.
- E-em casa.- Gaguejei. Merda! Eu sabia que não deveria ter mentido.
- Ah, que pena! Porque eu acabei de passar na sua casa, e não tem ninguém lá! - Ele disse com tom de deboche.- Agora, onde você está?
- No parquinho.- Disse a verdade. Pude ouvir uma risada sarcástica do outro lado da linha.
- Qual? - Ele disse sem paciência.- Vou aí te buscar.
- Credo Guilherme. Não precisa vir me buscar, posso ir pra casa sozinha.- Disse brava.
- Já estou chegando.- Ele desligou o telefone na minha cara.
Olhei pro Rafael, desesperada.
- O que foi? - Ele disse arregalando os olhos.
- Ele ta vindo.- Disse gesticulando.- Você precisa ir embora!
Ele pareceu decepcionado, mas foi mesmo assim. Assim que perdi a visão de sua silhueta, desbloqueei o celular e abri o Whatsapp.
clara; me desculpe por isso.
clara; não queria que você se chateasse ♡
rafael; eu fico triste por você, clarinha.
rafael; esse cara é um babaca.
Eu ia responder ele, mas Guilherme chegou, e para não causar mais problemas, só entrei no carro.
- Oi! - Disse sorrindo, sem mostrar os dentes.
Ele assentiu com a cabeça e pude perceber sua frustação.
Ele rodou alguns minutos com o carro, e eu sem saber pra onde estávamos indo, apenas fiquei observando o lado de fora do carro.
- Você estava com ele? - Ele perguntou estacionando na frente da minha casa.
- Ele? - Disse franzindo a sobrancelha. Eu já sabia de quem ele estava falando.
- Você sabe muito bem, Clara! - Ele disse com raiva.- Com o Rafael!
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- Ah.- Disse sem expressão.- Sim, estava.- Falei sem olhar nos olhos dele.
- Como você tem coragem de me falar ainda?! - Ele disse com sangue nos olhos.- Eu não quero que você ande com ele. Nunca mais!
- Guilherme, você não manda em mim! - Disse falando no mesmo tom que ele.
- Você é minha namorada, e eu não quero que você ande com aquele merda! - Ele gritou.
- Ah, me poupe. Eu não vou ficar aqui ouvindo você falar das pessoas que eu amo.- Falei decidida a sair daquele carro. Abri a porta e me virei pra sair, mas ele segurou em meu braço com muita força.
Olhei para a mão dele que me segurava e ele diminuiu a força, ainda assim me segurando. Eu tinha certeza que a marca dos dedos dele ficariam ali.
- Me solta.- Meu olhos já estavam marejando.- Agora! - Gritei.
Ele obedeceu, mas assim que eu sai do carro ele arrancou com velocidade. Eu rezei para que nenhum acidente acontecesse, por mais que estivesse com muita raiva dele naquele momento.
Respirei fundo, enxuguei as lágrimas e entrei em casa. Já eram por volta das 2;54 PM então sabia que Lucy estaria em casa.
Caminhei até o quarto e minha irmã estava deitada em sua cama, com fones nos ouvidos e apostilas a sua volta.
Abri o restante da porta e ergui as sobrancelhas.
- Prova de Física.- Ela afirmou, logo em seguida revirou os olhos.
Ri fraco e agradeci por ela não ter percebido o meu estado deplorável. Minha irmã tinha lá pros seus quase 16 anos mas mentalidade de uma pré-adolescente de 13 anos, revoltadinha porém apaixonada. Na maioria das vezes eu achava isso um defeito, mas em momentos como o que eu estava passando, queria ser como ela.
Entrei no banheiro e me olhei no espelho.
- Nossa...- murmurei.
Eu havia chorando no máximo 2 minutos e isso já havia me deixado acabada. Meu nariz tava vermelho e meus olhos ainda molhados.
Me recompus alguns minutos dentro do banheiro, mas fui obrigada a voltar pro quarto.
Cai na cama, e fechei os olhos por alguns segundos, na esperança de adormecer até o horário do meu curso, mas me lembrei que tinha deixado Rafael no vácuo. Abri meus olhos e peguei meu celular.
clara; oi rafa
clara; desculpa a demora
clara; eu preciso de você agora, preciso desabafar.
Ok isso era muito estranho, já que eu nunca desabafava com ninguém, mesmo que esse alguém fosse uma das pessoas em que eu mais confiasse.
rafa; chego aí em 10 minutos.
clara; obrigada. não sei o que seria de mim sem você. ♡
Bloqueei a tela do celular e me sentei na cama.
- O Rafael vai vir aqui, não quero você se atirando nele.- Disse pra Lucy que parecia não estar prestando muita atenção.- Ouviu, Lucy?
- Ah, tá, tá. Que seja.- Ela disse assentindo com a cabeça e olhando seu celular.
Revirei os olhos e fui pra sala.
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